Real se reuniu com PSG para tratar da venda de CR7 em 2016

10/07/2015 15:570 comments

A temporada 2015/16 pode ser a última de Cristiano Ronaldo no Real Madrid. A conceituada revista “France Football” segue afirmando que o Paris Saint-Germain tem o português como grande sonho e diz, em publicação em seu site nesta sexta-feira, que houve uma reunião entre o presidente merengue, Florentino Pérez, e a diretoria parisiense no Catar, há poucos dias. Na ocasião, falou-se sobre a possibilidade de transferência do atual vencedor da Bola de Ouro no ano que vem.

A diretoria comandada pelo xeque Nasser Al Khelaifi acredita que Cristiano Ronaldo seria o jogador ideal para substituir Ibrahimovic, grande símbolo da equipe desde que o clube foi comprado pelo bilionário. Como o sueco deve deixar a França no fim da atual temporada, o tempo seria ideal para negociar com calma uma compra de tamanha magnitude.

Para o Real Madrid também seria vantajosa a transferência de CR7 daqui a um ano. Em julho de 2016, Cristiano Ronaldo terá 31 anos e passará a entrar na chamada curva descendente – ou seja, a janela de transferências do próximo verão europeu pode ser a última chance do Real Madrid conseguir uma venda com valores astronômicos. O clube pode até mesmo lucrar depois de desembolsar € 94 milhões (R$ 338,8 milhões) para tirar o luso do Manchester United em 2009. A imprensa espanhola já especulou que os parisienses poderiam pagar € 125 milhões (R$ 450,5 milhões)

Para Cristiano, a transferência também pode ser um bom negócio. Ainda astro do time e idolatrado pela maioria da torcida, CR7 sofreu um desgaste em sua imagem no Santiago Bernabéu na última temporada. Embora seu desempenho em campo tenha sido novamente irrepreensível, com 61 gols marcados, o luso foi envolvido em uma polêmica por sua festa de aniversário – realizada horas após a goleada sofrida para o rival Atlético, por 4 a 0 – e chegou a ouvir vaias.

A temporada que está prestes a começar seria uma grande oportunidade para CR7 fechar sua trajetória no Real Madrid com chave de ouro. Além de buscar mais um título espanhol, uma vez que tem apenas um desde que chegou, há seis anos, ele teria tempo de sobra para superar Raúl e se tornar o maior artilheiro da história do clube – bastam apenas 11 gols para isso.

Fonte: Globo Esporte 

Comitê busca 12 mil voluntários para as cerimônias dos Jogos Rio-2016

00:160 comments

As cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016 terão a presença tanto de artistas consagrados quanto de nomes desconhecidos do grande público, mas que desejarem mostrar suas habilidades. O Comitê Organizador anunciou nesta sexta-feira que a meta é selecionar pelo menos 12 mil voluntários para participarem das tradicionais exibições.

Os interessados podem se inscrever nos sites cerimonias.rio2016.com ou rio2016.com/elencodecerimonias. As inscrições começaram em maio, mas o processo não havia sido divulgado. A justificativa é de que o site “estava sendo testado”. Ele vai até o início de setembro. Até o momento, já foram selecionados mais de 4 mil voluntários. Os interessados passarão por testes de habilidade entre outubro e janeiro.

– O cara não precisa ser profissional, mas tem de ter certa aptidão, conhecer um mínimo. Todo mundo vai ter tempo para aprender as coreografias, mas é bom que a pessoa possua alguma habilidade. Não queremos um profissional de patinação, mas alguém que saiba patinar. Não precisa ser um bateirista de escola de samba, mas tem de saber batucar – explicou Leonardo Caetano, diretor de cerimônias da Rio-2016.

A grande maioria dos voluntários participará de atividades como danças ou performances, dentre as quais podem estar o uso de pernas de pau, skate, patins, instrumentos ou a realização de encenações. Outros ficarão escA promessa é de que as cerimônias exibam ao público aspectos da identidade brasileira. Os voluntários precisam ter 16 anos completos em 2016.

Em março, começará a fase de ensaios, que vai durar até a véspera da abertura. Inicialmente, eles acontecerão em números pequenos e em horários alternativos, em uma réplica do Maracanã. Aos poucos, a frequência aumenta para quase todos os dias no que serão os ensaios gerais, com quase todos os grupos reunidos, já no próprio estádio.

– Existem três tipos de pessoas que participam. Artistas famosos, que participam por um valor simbólico, artistas específicos, contratados, e o grosso é feito por voluntariado. Serao processos de audição, tarefas serao pedidas e eles vao passando de fase até chegarmoa ao numero de 12 mil – contou Caetano.

O sigilo é uma das preocupações da organização. Com tantos envolvidos nos bastidores, os voluntários terão de assinar um documento no qual se comprometem a não estragar a surpresa das cerimônias. Algumas operações nas quais há maior temor de vazamento serão ensaiadas separadamente até o momento da abertura. Até o momento, já existe uma “linha narrativa” dos eventos.

Fonte: Terra

Brasil perde por 31 a 6 para a França no Mundial de futebol americano

00:070 comments

Depois de fazer tudo para conseguir participar pela primeira vez do Campeonato Mundial de futebol americano, a seleção brasileira sofreu uma derrota que deixa marcas. No primeiro dia da competição, em Canton, nos Estados Unidos, perdeu por 31 a 6 para a França, que demonstrou uma grande superioridade física e técnica. Agora, o Brasil vai enfrentar no domingo, às 13h (de Brasília), a Coreia do Sul na chave de disputa pelo quinto lugar da competição. Os franceses terão os australianos pela frente no mesmo dia às 16h30 (de Brasília).

Logo na primeira jogada, a França marcou seu primeiro touchdown. Depois do chute inicial feito pelo Brasil, Anthony Dable recebeu a bola e correu 100 jardas para fazer os seis pontos iniciais para a equipe francesa.

Brasil no ataque durante o confronto com a França no Mundial de futebol americano (Foto: Reprodução/Twitter)

Sem conseguir acertar suas ações ofensivas, o Brasil sofreu mais um touchdown. Com um lançamento perfeito do quaterback Paul Durant, o recebedor Guillaume Rioux correu livre para chegar na zona final e aumentar a vantagem francesa no placar.

No fim do primeiro quarto, Rioux ainda fez outro touchdown com a França abrindo 21 a 0 no placar. No começo do segundo, o chutador Alexandre Sy acertou uma tentativa de 32 jardas, marcando mais três pontos para os franceses, deixando os brasileiros atônitos em campo.

Com o placar adverso e a seleção da França reduzindo o ritmo, o Brasil melhorou seu rendimento em campo e conseguiu realizar algumas jogadas de ataque. No começo do último quarto, começou a pressionar e conseguiu finalmente o seu touchdown em uma corrida de quatro jardas do quaterback Rhudson Fonseca.

Disputa intensa no campo entre os jogadores de Brasil e França no Mundial (Foto: Reprodução/Twitter)

O Brasil tentou a conversão de dois pontos em vez de chutar para o ponto extra. No entanto, não conseguiu. No fim do jogo, a França ainda conseguiu mais um touchdown com Stephen Yepmo e marcou o ponto extra para fechar o placar em 31 a 6. Ainda assim, a atuação brasileira foi bem superior ao que se viu nos dois primeiros quartos. Mesmo com a derrota, a esperança é de dias melhores na competição, que está sendo realizada na sede do Hall da Fama do futebol americano, e a expectativa de uma vitória no confronto com a Coreia do Sul.

Via Globo Esporte

Reunião deixa Ronaldinho perto do Fluminense

00:050 comments

Depois de algumas semanas sem holofotes, o nome de Ronaldinho Gaúcho voltou a ser pauta no Fluminense. A contratação do jogador é um sonho da diretoria tricolor, que busca um nome de peso para a sequência da temporada, e o vice-presidente de futebol do clube, Mário Bittencourt, é um grande entuasiasta do futebol do meia.

Ele se reuniu na manhã desta quinta-feira com Assis, irmão e empresário do jogador, e ficou otimista por um acerto. O dirigente também busca investidores para ajudar no pagamentos dos salários do meia.

A diretoria não pretende fazer loucura, já que convive com orçamento apertado, mas há quem esteja empolgado com a negociação ainda embrionária com o jogador.

Como o LANCE! já noticiou, o departamento de marketing do clube já foi acionado para criar medidas que ajudem no pagamento do salário de Ronaldinho, que é considerado fora dos padrões do clube. Além disso, a saída de Wagner, que acertou com o Tianjin Teda (CHN), deu uma folga no orçamento tricolor.

O momento financeiro do clube também melhorou. A venda de Kenedy, que rendeu 5,5 milhões de dólares (cerca de R$ 17 milhões) aos cofres tricolores, fizeram com que a diretoria tivesse um aporte financeiro para equilibrar as finanças, manter os salários em dia e até sonhar com investimentos, já que o meia Gerson também deve ser negociado até o fim do ano. A tendência é de que o garoto de 17 vá para o Barcelona (ESP) e que renda ainda mais dinheiro do que o ex-camisa 11.

Fonte: R7

Aniversário do 7×1: Um ano vivendo sob os destroços

08/07/2015 19:070 comments

De positivo daquela tarde amargamente histórica, restou apenas um aspecto: passamos a nos importar mais com a seleção brasileira. Mesmo entre os que há tempos já haviam se desiludido, impera a cobrança, ainda que em forma de corneta, o que é sempre positivo. Afinal, estava se encerrando uma era iniciada em 1950, um recorte histórico que, qual um filme de Martin Scorsese, guarda todas as reviravoltas típicas das maiores ascensões que antecedem as mais doloridas quedas. Um ciclo que começou em Ghiggia terminava no melancólico segundo tempo daquele jogo do Mineirão. O problema é que ainda não sabemos que rumo tomar neste cenário pós-apocalipse. Em Touro Indomável, o boxeador Jake LaMotta, gordo e humilhado, vivendo de shows miseráveis em boates decadentes, arrebenta seu cinturão para vendê-lo por uns trocados. Mas nem uma casa de PENHOR podemos procurar, já que faz 30 anos que a Jules Rimet deve ter sido transformada em dentes de ouro.

Tantas vezes já foi dito, mas o Maracanazo acentuou a descrença brasileira em si mesmo, comportamento imortalizado no “complexo de vira-latas” exposto por Nelson Rodrigues, que era disseminado na imprensa daqueles anos. Fato é que naquela época a tragédia trouxe ensinamentos importantes. Para 1958, por exemplo, o Brasil teve sua melhor preparação em Copas até então: uma comissão andou pela Suécia com meses de antecedência para escolher hotéis, uma equipe multidisciplinar viajou com a delegação, que respeitava rígidas normas disciplinares. Eram medidas inéditas e revolucionárias. E vencer aquela Copa do Mundo foi o estopim para o período de glória de seleção, este período que nos recusamos a admitir que acabou.

Tentava-se cobrir as rachaduras com massa corrida, mas eis que um dia a casa caiu. Há um ano, a contusão de Neymar era o ALVARÁ para a derrota – comissão, jogadores e dirigentes estavam absolvidos. Depois que o atacante se lesionou, tudo era permitido ao Brasil, exceto o que de fato aconteceu. E, analisando por este viés, nada melhor poderia ter acontecido. Assim, nossa decadência ficou exposta aos holofotes do mundo inteiro, uma chaga hiperdocumentada, qual um palhaço decadente no centro do picadeiro, a maquiagem derretendo pelo calor dos flashes.

Encerrava-se, assim, uma epopeia de 64 anos, iniciada quando um derrotado Brasil começou a se preparar para vencer sua primeira Copa do Mundo. Um cenário de terra arrasada sempre traz consigo uma oportunidade de renascimento, mas o problema é que um ano depois ainda não sabemos o que fazer com o saldo deste ciclo que se fecha. A casa caiu, mas em vez de começar a reerguê-la tijolo por tijolo estamos tentando sobreviver nos arrastando em meio aos escombros. O perigo maior é justamente se acostumar a viver debaixo dos destroços.

Fonte: Globo Esporte

Canadá quer se transformar no Brasil do futuro e para isso usa o Pan-2015

05/07/2015 16:060 comments

Em Montreal para a inauguração de um centro esportivo, o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Tomas Bach, discursava sobre as mudanças no processo de escolha da sede da Olimpíada quando interrompeu sua fala para se dirigir ao presidente do Comitê Olímpico Canadense, Marcel Aubut: “Pode começar a pensar nisso (concorrer aos Jogos)”. Toda a visita do poderoso dirigente olímpico ao Canadá foi permeada por conversas sobre a futura candidatura do país. E o Pan-2015 em Toronto tornou-se um degrau para essa postulação.

Na prática, o Canadá quer repetir o Brasil que usou a competição continental que sediou no Rio, em 2007, como preparação para a campanha vitoriosa para levar a Olimpíada de 2016. Por isso, o desempenho da organização do evento que começa nesta sexta-feira tornou-se crucial para o país. Inicialmente, a candidatura olímpica deve ser apenas para 2028, mas há a possibilidade de antecipá-la para 2024.

Durante sua estadia em Toronto, Bach foi recebido pelo prefeito de Toronto, John Tory, que fez várias perguntas sobre o processo de escolha e quais os requisitos necessários para se candidatar. Quem participou da reunião ficou com a impressão de que ele tinha intenção de postular já para 2024. Inicialmente, essa hipótese tinha sido descartada quando a população reclamou dos custos dos Pan-2015.

“Vemos grande entusiasmo em Toronto. Posso encorajar a comunidade de Toronto a participar. Um Pan bem-sucedido pode ajudar”, afirmou o Thomas Bach. “Pode ser um degrau para pegar o grande evento olímpico”, completou Aubut.

O Pan até agora não encantou os cidadãos do Toronto por sofrer com a resistência da população, que tem reclamado do trânsito. A competição se tornou a mais cara da história do continente ao ver seus gastos triplicarem. Além disso, há problemas de logística e segurança nos dias prévios ao evento, mas será necessário o seu início para verificar se o campeonato será bem-sucedido.

O que os canadenses têm feito até agora é agradar Bach de todas as maneiras. Em Montreal, reconstituíram na universidade local a atmosfera dos Jogos de 1976 em que o cartola alemão, então atleta, ganhou sua medalha de ouro na esgrima. Até um pódio foi montado para recebê-lo. Ele se emocionou e chorou em discurso.

Fora a Olimpíada, o Canadá também mira outros eventos. Já recebeu a Copa do Mundo feminina, em 2015, o que poderia abrir uma brecha na Fifa para candidatura à Copa. Em discurso, o prefeito de Montreal, Denis Coderre, também deixou claro seu interesse em atrair mais eventos esportivos após o Mundial das mulheres: “Quem sabe um time de beisebol profissional?”, disse, para delírio da plateia.

Montreal tem uma experiência esportiva que não deu certo com a Olimpíada de 1976. O evento gerou uma dívida que demorou anos para ser paga. Ainda assim, o Canadá recebeu, depois disso, dois Jogos de Inverno, e chega ao seu segundo Pan em 16 anos. Dependendo do que acontecer a partir desta sexta-feira, volta a mirar alto de novo.

Via UOL