VI Copa AMCG de Futsal terá início dia 2 de abril

27/03/2016 10:290 comments
VI Copa AMCG de Futsal terá início dia 2 de abril

IMG_6227-1024x682O setor de Esportes da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) dará início a 6ª edição da Copa AMCG de Futsal no dia 2 de abril. Doze municípios estarão na disputa que terá competições de categoria masculina no adulto e sub 17, e feminina adulto. A data bem como as inscrições das equipes ocorreu durante reunião da AMCG Esportes na manhã desta sexta-feira, na sede da entidade.

Nas categorias adulto e sub 17 masculino irão participar equipes de Jaguariaíva, Ivaí, Telêmaco Borba, Imbaú, Castro, Carambeí, Ipiranga, Tibagi, Ponta Grossa, Piraí do Sul e Reserva. Os times irão se enfrentar através de dois grupos. Do Grupo A participam Jaguariaíva, Castro, Ponta Grossa, Carambeí e Piraí do Sul; e do Grupo B, Ipiranga, Ivaí, Reserva, Tibagi, Telêmaco Borba e Imbaú. Conforme a assessora de esportes da AMCG, Danielle Teixeira as equipes foram divididas desta maneira para que os primeiros jogos ocorram de forma regionalizada. “Colocamos em cada grupo os municípios que ficam mais próximos um do outro para facilitar a locomoção dos atletas”, explica. Os jogos do masculino devem acontecer aos sábados a noite.

Para disputar na categoria adulta do feminino, os municípios de Jaguariaíva, Ivaí, Telêmaco Borba, Castro, Tibagi, Ponta Grossa e Piraí do Sul é que colocaram seus times a disposição para a competição. Estes jogos serão disputados aos domingos no período da tarde e todos devem jogar contra todos.

As demais modalidades previstas para competições durante este ano devem ser debatidas durante a próxima reunião da AMCG Esportes. Os gestores se encontram no dia 13 de abril no município de Tibagi.

IBGE: salário das mulheres era R$ 479 menor que dos homens em média em 2013

09/07/2015 22:400 comments

As brasileiras ganharam, em média, R$ 479,09 a menos do que os homens em 2013. O salário médio delas era de R$ 1.855,37 e o dos homens, de R$ 2.334,46. Os dados são de 2013, mas só foram divulgados nesta terça-feira (16) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo o instituto, a diferença no salário entre homens e mulheres voltou a aumentar entre 2012 e 2013, chegando a 25,8%. De 2011 a 2012, ela tinha caído, de 25,7% para 25,3%.

Os dados são do Cadastro Central de Empresas.

Participação de mulheres aumentou

Os homens ainda são maioria dos trabalhadores de empresas privadas, representando 57% do pessoal. Por outro lado, a participação feminina aumentou 2,6% desde 2009. Além disso, entre 2012 e 2013, o aumento do número de mulheres foi de 4,2%, maior do que o dos homens, que foi de 3,1%.

As mulheres tiveram mais participação no administração pública, onde eram 58,9%, e nas entidades sem fins lucrativos (55,1%).

Desemprego entre as mulheres é de 9,6%, diz IBGE; para os homens, é de 6,6%

22:020 comments
Desemprego entre as mulheres é de 9,6%, diz IBGE; para os homens, é de 6,6%
CUNY Big Apple Job Fair at the Jacob Javitz Center in New York City for all CUNY Students and Alumni on Friday, March 20, 2009.

CUNY Big Apple Job Fair at the Jacob Javitz Center in New York City for all CUNY Students and Alumni on Friday, March 20, 2009.

O desemprego entre as mulheres é maior do que entre os homens. No primeiro trimestre de 2015, a taxa entre as mulheres foi de 9,6%, maior do que a total no período, que foi de 7,9%. Entre os homens, a taxa foi de 6,6%.

Assim, as mulheres são maioria entre as pessoas desempregadas, representando 52,9% dessa população.

Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (7) e fazem parte da a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Elas também são maioria entre as pessoas fora da força de trabalho, representando 65,9%. O IBGE considera pessoas fora da força de trabalho aquelas que não estão empregadas nem desempregadas. Entre elas, por exemplo, estão as que não trabalham e também não procuraram emprego nos 30 dias antes da pesquisa.

Há mais mulheres do que homens com idade para trabalhar

No Brasil, há mais mulheres do que homens com idade para trabalhar, mas eles têm maior participação no mercado, segundo o IBGE.

Os homens representavam 57,3% das pessoas com emprego no primeiro trimestre deste ano, mesmo as mulheres sendo mais da metade (52,3%) da população com idade para trabalhar.

Essa situação foi registrada em todas as regiões do país, sendo que a Norte tem o maior nível de homens com emprego (61,4%).

O IBGE também afirma que esses números não tiveram variação significativa desde o início da pesquisa, que começou a ser feita em 2012.

País fecha 115,6 mil vagas com carteira assinada; é o pior maio desde 1992

21:480 comments

O Brasil fechou 115.599 vagas de trabalho com carteira assinada em maio, mostraram dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (19).

É o pior resultado para um mês de maio desde 1992. Desde aquele ano, o país não tinha registrado mais demissões do que contratações em maio.

O número do mês passado é resultado de 1.580.244 demissões e 1.464.645 admissões.

Em abril, tinham sido fechadas 97.827 vagas no país, também pior resultado para o mês desde 1992.

De janeiro a maio deste ano, foram fechados 243.948 empregos formais. Em 12 meses, o saldo negativo chega a 452.835 vagas.

O corte de vagas foi maior do que o esperado por analistas. A média estimada pelo jornal “Valor Econômico” era de perda de 50,6 mil vagas, enquanto pesquisa da agência de notícias Reuters apontava fechamento de 38 mil postos.

SP, RJ, MG e RS perdem mais empregos

Os Estados com maior saldo negativo de empregos foram São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Os únicos Estados em que houve saldo positivo foram Mato Grosso do Sul, Goiás, Acre e Piauí.

Indústria é a que mais demite; agropecuária contrata

Entre os setores, a indústria foi o que mais demitiu: saldo negativo de 60.989 vagas. Na sequência, apareceram serviços (-32.602), construção (-29.795) e comércio (-19.351).

O único resultado positivo foi registrado no setor agropecuário, com 28.362 vagas geradas.

O reflexo da crise econômica é sentido no emprego na indústria. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta sexta-feira (19) que o emprego industrial recuou 0,9% em abril, quarto mês seguido de queda.

(Com Reuters e Valor)

CNI indica retração maior do PIB em 2015

21:000 comments

Relatório divulgado indica retração de 1,6% do PIB, menor que o 1,2% previsto inicialmente

Com a queda da atividade industrial e o aumento da inflação a Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu as estimativas de desempenho do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no País) e da atividade industrial para 2015. A previsão, segundo o relatório trimestral Informe Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (9), é que o PIB fechará o ano com uma retração de 1,6% e que o PIB industrial recue 3,8%. No relatório divulgado em abril, a projeção para o ano era de retração de 1,2% no PIB e de 3,4% PIB industrial.

As previsões para 2015 indicam que a inflação ficará em 9,1%, estimativa acima do limite máximo da meta de 6,5% fixado pelo governo. “Esse dado está indicando claramente que este ano a meta não vai ser cumprida sequer no seu teto”, avalia o gerente-executivo de Políticas Econômicas da CNI, Flávio Castelo Branco. O relatório prevê que o consumo das famílias diminuirá 1,2% e taxa média de desemprego será de 6,7%. A estimativa é que os investimentos caiam 7,7%.

A queda de 3,8% do PIB da indústria em 2015 se deve às quedas de atividades como a da indústria de transformação (-6,4%) e da construção (-5,2%). De acordo com o relatório, a queda da indústria somada ao menor poder de consumo das famílias deve levar o setor de serviços a uma redução de 1% este ano.

A avaliação da CNI é que a recuperação da economia só deverá ocorrer em 2016. “Houve aprofundamento do quadro negativo, a deterioração da economia nos quatro primeiros meses foi mais intensa do que esperávamos no início do ano. A visão mais otimista de que essa recuperação possa começar na segunda metade do ano fica mais distante e deve ocorrer a partir de 2016”, disse Flávio Castelo Branco.

No Informe Conjuntural a CNI avalia que as janelas de saída podem ser as exportações e o investimento em infraestrutura. “Todavia, ambos têm impacto limitado no curto prazo e dependem de coordenação adequada de políticas para se materializarem”, registra o texto.

Desemprego sobe para 8,1% no trimestre fechado em maio, diz IBGE

20:280 comments

O desemprego registrado no trimestre que terminou em maio foi de 8,1%, o que representa uma alta em relação ao mesmo período do ano anterior (7%) e também em relação ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano (7,4%).

O resultado é o mais alto desde o início da série histórica, em 2012. No trimestre encerrado em abril deste ano, o desemprego registrado tinha sido de 8%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Mensal.

A Pnad Contínua Mensal avalia os dados do mês em questão (no caso, maio), assim como as informações dos dois meses anteriores (março e abril).

Segundo o instituto, são pesquisados 211.344 domicílios particulares permanentes distribuídos em cerca de 3.500 municípios.

Número de desempregados sobe 10%

O número de pessoas desempregadas entre março e maio subiu para 8,2 milhões, o que representa uma alta de 10,2% em relação ao trimestre anterior, de dezembro a fevereiro (quando o número de desempregados era de 7,4 milhões).

Já o número de pessoas empregadas não apresentou variação significativa em relação ao trimestre terminado em fevereiro, permanecendo próximo de 92,1 milhões.

Rendimento mensal fica estável

O rendimento real médio (já descontada a inflação) ficou em R$ 1.863 no trimestre encerrado em maio. O número não apresenta variação significativa em relação ao trimestre anterior (R$ 1.877) nem em comparação com o mesmo período de 2014 (R$ 1.870).

Maio teve recorde de vagas cortadas

O Ministério do Trabalho divulgou no mês passado que 115.599 vagas de trabalhocom carteira assinada foram cortadas em maio.

É o pior resultado para o mês desde 1992. Desde aquele ano, o país não tinha registrado mais demissões do que contratações em maio. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)

Desemprego em maio foi de 6,7%, segundo PME

O IBGE também realiza a PME (Pesquisa Mensal de Emprego). A última, de maio, foi divulgada no mês passado e o desemprego registrado foi de 6,7%, o maior para o mês desde 2010.

A PME usa dados das regiões metropolitanas de Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre e é menos abrangente que a Pnad Contínua. O IBGE estuda deixar de fazer a PME no ano que vem. Por enquanto, ela continua, por ser mais antiga que a Pnad Contínua.

Gregos votam contra exigências de credores por empréstimo

30/05/2015 01:040 comments

Com dois terços dos votos apurados, o “não” parece ser o vencedor do plebiscito deste domingo na Grécia, com a população rejeitando a adoção de mais medidas de austeridade como forma de obter mais ajuda econômica de credores como a União Européia e o Fundo Monetário Internacional (FMI). As urnas fecharam às 13h (de Brasília) e, segundo o Ministério do Interior grego, 61% dos votos foi para o “não” contra 39% votando pelo “sim”.

Antes mesmo do fim da apuração, dezenas de milhares de pessoas foram para a praça Syntagma, no centro de Atenas, para celebrar o resultado. Em um pronunciamento na noite deste domingo, o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, afirmou que não foi um voto contra a Europa, mas uma permissão para ele negociar uma solução viável para a crise do país e acrescentou que povo grego fez uma “escolha muito corajosa”. Tsipras afirmou ainda que o governo está pronto para voltar imediatamente para as negociações com os credores.

O partido do governo, o Syriza, fez campanha pelo “não, afirmando que as exigências dos órgãos internacionais para liberar mais ajuda econômica para o país eram humilhantes. E o resultado deste domingo mostrou que a maioria dos gregos optou por desafiar a pressão da comunidade internacional. A campanha pelo “sim” afirmava que a rejeição dos gregos poderia significar que o país fosse expulso da zona do euro.

Algumas autoridades da União Europeia também disseram que a vitória do “não” poderia ser vista como uma rejeição completa da possibilidade de negociação com os credores. Mas, autoridades do governo grego insistem que o resultado vai fortalecer sua posição e eles poderão chegar rapidamente a um acordo para a liberação de mais dinheiro. E, o governo do país já afirmou que os bancos gregos devem reabrir nesta terça-feira.

O ministro da Economia grego, Yanis Varoufakis, afirmou que o resultado foi um “grande sim à uma Europa democrática”. Varoufakis disse que a Grécia será “positiva” nas negociações com os credores

‘Governo popular’

Euclid Tsakalotos, o ministro do Exterior da Grécia, disse em entrevista ao canal de televisão local Star TV que duas coisas vão permitir que o país tente uma “solução que seja mais viável financeiramente” a partir do resultado da votação deste domingo. “Primeiramente, o governo agora tem um novo mandato popular e a segunda é o último relatório (do FMI) que afirma que a dívida grega é insustentável”, afirmou.

Há meses a Grécia estava em meio a uma negociação muito difícil com os credores internacionais até que, inesperadamente, o governo convocou um plebiscito no qual o povo do país teria que decidir se aceitava ou não as condições oferecidas. Os bancos gregos foram fechados e os saques em caixas eletrônicos foram limitados a 60 euros por dia. O Banco Central Europeu se recusou a dar ao país mais empréstimos de emergência.
Segundo o correspondente da BBC em Atenas, Mark Lowen, a festa que tomou as ruas de Atenas com a vitória do “não” no plebiscito não deve durar muito tempo.

“Há uma fatia considerável da nação grega profundamente insatisfeita com o que aconteceu. E o governo terá que unir um país dividido. Mais do que isso, é preciso chegar a um acordo com a zona do euro, e rápido”, afirmou. “Os bancos gregos estão ficando (com os fundos) criticamente baixos e vão precisar de outra injeção de fundos de emergência do Banco Central Europeu.”

Mas, segundo Lowen, a volta à mesa de negociações não deve ser fácil, já que o ministro da Economia grego, Yanis Varoufakis, até chamou a estratégia da zona do euro de “terrorismo”. “E com a crise nos bancos e a receita tributária caindo em meio à instabilidade, a economia grega se enfraqueceu de novo, tornando um acordo ainda mais difícil.”

Para o correspondente da BBC a retórica dura da zona do euro vai continuar. Mas agora o governo da Grécia terá uma resposta pronta: “colocamos suas exigências frente a um teste democrático – e elas foram rejeitadas”.

 

Fonte: Terra