Mulher de 64 anos cai no golpe do paco em Jaguariaíva | Folha Paranaense
Mulher de 64 anos cai no golpe do paco em Jaguariaíva
11/02/2020 às 09:18

Jaguariaíva – Na tarde desta segunda-feira, 10, uma mulher de 64 anos foi vítima de estelionato. De acordo com a Polícia Militar (PM), a senhora saiu de uma agência bancária no centro da cidade e foi abordada pelos criminosos que a enganaram com o famoso golpe do paco e levaram seus documentos pessoais, cartões e mais uma quantia em dinheiro. Os estelionatários não foram localizados pela PM.

Foto meramente ilustrativa

Existem muitas variantes deste golpe, todas baseadas na ganância e em uma suposta recompensa por ter achado, recuperado e devolvido algum suposto valor. Este golpe é normalmente chamado de “golpe do paco” ou “golpe do achadinho”.

Na versão clássica, normalmente praticada por duas pessoas, os estelionatários ficam observando até que alguém “apropriado” saque uma boa quantia em dinheiro em um banco ou caixa automático. Uma vez identificada a vítima, a seguem, um golpista vai à sua frente e o outro logo atrás.

O da frente deixa propositadamente cair uma folha de cheque de alto valor, ou um pacote de dinheiro falso ou outro objeto aparentemente de grande valor, visando chamar a atenção da vítima, que apanha o cheque, pacote ou objeto, e o devolve ao estelionatário “que o perdeu”, pensando estar ajudando.

O outro estelionatário, aproxima-se e diz que também viu o acontecido ou finge participar da devolução.

Neste momento, o estelionatário “descuidado” se diz agradecido e oferece uma recompensa à vítima e ao comparsa, dizendo que eles deverão comparecer a um escritório, levando um bilhete para receber dita recompensa. Entretanto, solicita à vítima que deixe a bolsa com todo o dinheiro que tiver, como “garantia” de seu retorno.

A vítima entrega sua bolsa com dinheiro e vai buscar sua gratificação, ao ser incentivada pelo outro estelionatário que simula a entrega da carteira ou de outro valor importante. Somente percebe que foi vítima de um golpe quando descobre que o endereço do tal escritório não existe. Nesta altura os estelionatários, obviamente, já desapareceram.

Existem muitas variantes. Em uma comum, o “paco” a ser achado é deixado no caminho de saída do banco e não feito cair em frente a vítima.

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