Cidades

Movimento CHEGA divulga nota após denúncia de suposto racismo envolvendo trabalhadoras de CMEI em Arapoti

Foto meramente ilustrativa gerada por inteligência artificial

Arapoti – O Movimento CHEGA divulgou nesta quinta-feira (17) uma nota à imprensa para prestar esclarecimentos sobre a manifestação de repúdio publicada pelo coletivo na quarta-feira (16), relacionada a uma denúncia de suposto caso de racismo envolvendo duas trabalhadoras negras de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) de Arapoti.

De acordo com a nota, as duas mulheres teriam procurado o movimento após relatarem ter vivenciado uma situação que consideraram racista. O coletivo afirma que recebeu as trabalhadoras, que estariam emocionalmente abaladas, fragilizadas e com medo, e que ofereceu acolhimento e orientação.

O CHEGA reforçou que, em sua avaliação, a situação não deve ser tratada como “brincadeira”, “exagero” ou algo a ser minimizado. Na manifestação, o grupo afirma que racismo constitui violência e crime.

Providências

Segundo o Movimento, providências legais e institucionais já estariam sendo adotadas junto aos órgãos competentes e à rede de apoio. A nota, entretanto, não detalha quais procedimentos foram instaurados nem informa em que estágio está eventual apuração.

O coletivo também decidiu não divulgar informações que possam identificar as duas trabalhadoras, alegando preocupação com a preservação da identidade das vítimas e para evitar exposição ou revitimização.

Outro ponto destacado na manifestação é que a pessoa apontada pelas mulheres como responsável pela situação também seria uma mulher. O CHEGA afirma que essa circunstância não altera seu posicionamento de acolhimento às denunciantes e defesa da apuração dos fatos e eventual responsabilização, caso a prática denunciada seja confirmada.

Movimento afirma ser apartidário

Na nota, o Movimento CHEGA se apresenta como um coletivo apartidário de mulheres e afirma atuar na defesa dos direitos das mulheres arapotienses, no enfrentamento à violência e à discriminação.

O grupo encerra a manifestação reafirmando solidariedade às mulheres que fizeram o relato e defendendo que o caso seja apurado conforme a legislação.

Até o momento, as informações divulgadas pelo Movimento CHEGA representam o relato apresentado pelas trabalhadoras e a posição do coletivo. A confirmação dos fatos e de eventual responsabilidade depende da apuração pelos órgãos competentes.

O Movimento CHEGA possui participação formal em instâncias municipais de Arapoti, aparecendo, por exemplo, entre as entidades não governamentais integrantes de conselho municipal.

Fonte: Nota oficial do Movimento CHEGA de Arapoti.

Confira a nota emitida pelo movimento

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